Pé de valsa?

O objetivo deste post é escrever a minha indignação quanto aos homens que não sabem dançar! Como assim? Existem os que não gostam ou dizem que dançam apenas aquelas músicas de boates que fica tocando tunti-tunti-tunti-tunti, a noite toda aonde as pessoas ficam balançando levemente o corpo. Admitamos! Com todas aquelas luzes, parece até que todo mundo dança pra caralho!!

Bom, eu prefiro aquele “pé-de-valsa”. Para aqueles homens que ainda não se convenceram da vantagem de saber dançar a dois aqui vão os meus conselhos:

* Primeiro, a maioria das mulheres acham super sexy homens dançar. Se rebolar então…aff.

* E, tem mais! Mulheres não precisam saber dançar direito. Por que? Imaginem a seguinte situação:

1. Um cara chama uma garota para dançar, daí ela diz:
- Ah, eu não sei dançar direito [risos encabulados]

Ele responde:
- Não tem problema. Posso ser seu professor.

- Claro

Que situação linda, vocês não acham?

Agora o contrário

-Primeiro, muito difícil uma mulher puxar um homem para dançar. Logo ele já sai perdendo. Mas, vamos supor que apareça uma mulher que tenha coragem.
A mulher pergunta:
- E, aí? Topa dançar?

Ele responde:
- Poh, não sei dançar direito.

- Ah tá! Beleza então. Tchau!

Conclusão: Mulher não ensina a dançar e isso é óbvio. Porque uma dança a dois, é o homem que conduz. E, se a mulher resolver ensinar, acredite… vai dar merda! [experiência própria]

Primeiro porque não somos nós que conduz a dança, e ainda, a gente vai se preocupar com as aparências achando que todo mundo percebeu nossas pernas-de-pau. E, tem mais! Se o cara for muito desengonçado vai dar vontade de rir da criatura! Se houve qualquer tentativa de sedução…morre na hora!

E, as vantagens?

* é super sexy homem dançar e nada melhor que dançar coladinho. Não preciso nem dizer que se o cara está de olho na garota é muito mais fácil dizer alguma coisa no ouvidinho. E, quem sabe rolar alguma coisa!

Entendam… a gente adooooora dançar!
Então… por que não nos agradar?!

Vamos dançar?

O namoro já não vai mais tão bem e costumamos empurrar com a barriga até que a situação fica insustentável e, finalmente, terminamos. É triste, mas tudo bem, fizemos o que era necessário. E o que acontece agora? Na maioria dos casos são aqueles dias tristes em que não nos esquecemos da pessoa, dos bons momentos que passamos juntos e por aí vai.

Os primeiros dias – em alguns casos primeiras semanas – são bem complicados, mas eles passam. E agora é hora de curtir, sair com os amigos, conhecer um monte de pessoas novas e lugares bacanas, fazer tudo o que dá vontade de fazer, sem ter que dar justificativa nenhuma a ninguém. São bons tempos! Eu lembro bem das coisas que fiz depois do meu namoro terminar, parece que vivi 3 anos em 2 meses.

Está tudo muito bom, tudo muito bonito, mas uma hora essa fogueira toda no rabo animação acaba e, se não fosse por um detalhe, as coisas continuariam bem mesmo assim: até pouco tempo estávamos namorando. Nos acostumamos a ter uma companhia sempre, independente do que acontecesse ou deixasse de acontecer. É aí que mora o tal do perigo.

Nesses momentos geralmente a primeira pessoa que vem na cabeça é um idiota chamada(o) ex.

A maioria das pessoas costumam deixar isso acontecer e confundem as coisas, transformando carência em saudades. E isso dá merda, das grandes!

Cansei de ver casais de amigos indo e voltando várias vezes porque a cada carência que batia, achavam que o sentimento pela(o) ex ainda existia e lá estavam eles, juntos de novo, tentando consertar o que não tem conserto.

Sabe o que acontece por conta disso? Nós não conseguimos nos desprender do passado e prolongamos o sofrimento por muito mais tempo do que deveria, passando maus bocados atoa, simplesmente porque insistimos em ser cabeça de ovo e não pensar direito. O coração é um bicho confuso, que quer mandar mais que o cérebro e ele, muitas vezes, faz um estrago enorme.

Quando meu namoro acabou, eu passei por uma situação assim, mas por sorte consegui me livrar desses falsos sentimentos e esclareci bem as coisas.
Nas primeiras vezes que a carência aparecia, eu lembrava do ex, mas dei sorte que fiquei solteira na mesma época que muitos amigos também estavam e fui salvo por eles, saindo, viajando, conhecendo uma galera bacana e tal.

Nem sempre isso acontece. Eu dei sorte! Atualmente muitos desses amigos estão namorando e se eu precisasse passar por essa fase agora, provavelmente teria cometido esse erro várias vezes.

Portanto é bom ficar esperto e lembrar sempre disso: carência não é saudade, carência não é saudade, CARÊNCIA NÃO É SAUDADE!

Qualquer dúvida é só ler o parágrafo acima quantas vezes for necessário.


Beijinhoos, fiquem beeem! :)

Thaisiinha! *-*

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