A capacidade de lotação
Sobre a infância e os choros sem nenhum motivo aparente, posso dizer que usei. Tudo que fingi aprender na escola, no colégio e na vida sem nenhum perigo real, eu usei.
E hoje posso ver com mais clareza as lógicas e armadilhas desse caminho tortuoso em direção à morte.
Eu me entendo, sei de onde venho e de onde surgiram minhas fartas convicções. Sei o que é realmente certo e que o errado torna-se nulo para alguém de coração puro.
Mas conheço alguém, ou 'alguens' que me fazem chorar. Com lágrimas sinceras. E que mudam como um raio a minha vida e minha visão parca de mundo.
Vivo, sonho e espero tudo dessa frágil e solitária pessoa, antes citada como alguém, ou 'alguens'.
Meu mundo desmorona e eu esqueço, como num piscar de olhos, minhas antes fartas convicções por um simples motivo: agradar de todas as formas, este alguém que adentrou como um automóvel desgovernado em minha vida.
Tornar o mundo num paraíso eterno para esta pessoa, ou para estas pessoas.
E quando perto, como numa loucura sem sanidade alguma aparente, esse alguém (ou 'alguens') simplesmente deixa de existir, existindo, em minha vida.
O ar fica mais raro. E os sonhos se tornam meros detalhes acidentais de uma vida louca.
Sobra espaço num local antes lotado. Meu coração.
E, apesar de ter usado todo meu conhecimento infantil, vejo meu coração, e neurônios responsáveis pelas partes emocionais do cérebro, despedaçados.
E hoje posso ver com mais clareza as lógicas e armadilhas desse caminho tortuoso em direção à morte.
Eu me entendo, sei de onde venho e de onde surgiram minhas fartas convicções. Sei o que é realmente certo e que o errado torna-se nulo para alguém de coração puro.
Mas conheço alguém, ou 'alguens' que me fazem chorar. Com lágrimas sinceras. E que mudam como um raio a minha vida e minha visão parca de mundo.
Vivo, sonho e espero tudo dessa frágil e solitária pessoa, antes citada como alguém, ou 'alguens'.
Meu mundo desmorona e eu esqueço, como num piscar de olhos, minhas antes fartas convicções por um simples motivo: agradar de todas as formas, este alguém que adentrou como um automóvel desgovernado em minha vida.
Tornar o mundo num paraíso eterno para esta pessoa, ou para estas pessoas.
E quando perto, como numa loucura sem sanidade alguma aparente, esse alguém (ou 'alguens') simplesmente deixa de existir, existindo, em minha vida.
O ar fica mais raro. E os sonhos se tornam meros detalhes acidentais de uma vida louca.
Sobra espaço num local antes lotado. Meu coração.
E, apesar de ter usado todo meu conhecimento infantil, vejo meu coração, e neurônios responsáveis pelas partes emocionais do cérebro, despedaçados.
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