Novembro amargo!

Chego em casa, tiro aquele tênis. Coloco algo mais confortável, menos meu pijama preferido e meu par de pantufas. Ligo o pc, vejo as novidades e... não, ninguém lembrou-se de mim. Tudo bem. Ninguém no msn. Como eu queria poder falar com alguém que sinto falta (mas orgulho besta não deixa). Deito-me na cama e começo a pensar na vida e converso com personagens imaginários (ser filha única não fez bem a minha saúde mental).Cadê a minha camiseta preta que deixei separada? Vou sair andar pela cidade e conhecer a nova loja de calçados que foi inaugurada há alguns meses. Quem sabe numa rua qualquer eu não encontre alguém para ir tomar um sorvete? Tenho que pagar a taxa de insrição da prova. Fila do banco tá muito comprida, volto amanhã. Tô precisando de um novo corte de cabelo, uma nova cor nas unhas, um novo vestido floral.Agora, deixa eu ir fofocar com a minha amiga e dar risada. Por favor, deixa-me ser feliz. Não muito, mas também não pouco: quero felicidade na medida certa. Ai, cansei. Posso voltar pra casa agora? Já são 23:00? Okay, boa noite. Aula amanhã... não, não estou afim. Tenho que ir, é a semana do meu aniversário. To enjoada de ver as mesmas pessoas lá do colégio. Gosto da minha voz quando dou "bom dia", ela fica rouca. Como o sinal é insuportável. Trabalho pra amanhã? Ah!, brincou, né profe? Tô exausta! Falta muito pra chegar dezembro?

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