Baronesa faz história, prazer!

Saia de casa por dois minutos e conte todos os lugares que já passou.Será que conseguimos lembrar todas as ruas, avenidas e casas que cruzaram nossa trajetória desde que nascemos?Em toda lasquinha de asfalto, há uma história.Uma das coisas que mais gosto de fazer é entrar em um ônibus e imaginar o que todas aquelas quarenta e três pessoas já passaram: o primeiro beijo, a primeira nota baixa, o tombo, o aniversário e todas as tentativas (ou não) na busca por um lugar ao Sol. Logo, vejo que nossas vidas não precisam ser conhecidas pelo mundo para virarem história. Se não buscamos imortalidade em palavras, o rastro de nossas “rodas” já está marcado em cada metro quadrado de sorrisos e pensamentos soprados.Se cada item de nossas listinhas intermináveis exigem um plano F, nosso conto vai aumentando até não existir mais ponto: somos mutáveis, logo nosso final feliz se volta para o inesperado, fazendo o que tem dentro do coração borbulhar.Por isso, assine seu nome sem ler e nem pensar em tudo o que um dia foi seu, para que o inesquecível se conserve nas páginas amareladas da sua história e te faça feliz todas as noites antes de dormir.
Como seria se jogar em um mar congelante? Talvez o frio e o barulho de vento nas árvores me fizeram olhar para a cidade e lembrar que a insônia da noite passada. Meu dia nada mais é do que uma metáfora barata sobre o Titanic, ao ponto de se indagar como algo venha a ser tão seguro ao ponto de não afundar. Até onde podemos acreditar nas pessoas ao nosso redor? Até onde podemos confiar nos nossos atos? Até onde vai a garantia de que seus sentimentos estão guardados e são compreendidos? Do que você abriria mão e jogaria no mar? É realmente esplêndido ver diante dos seus olhos algo tão grandioso e se imaginar parte disso. Qual seria sua reação se soubesse que algo grande te esperasse no fim do dia? Posso facilmente me pegar procurando respostas em tudo o que eu leio. Posso facilmente perceber que não encontro respostas em lugar nenhum. A busca por respostas que eu já sei me faz chegar em mais situações, e consequentemente me leva a indagar o que vou ou não pensar sobre, o que faz de tudo isso uma filosofia restrita e furada. Como diz Regina Spektor, ” o amor é a resposta para uma pergunta que esqueci, mas sei que tenho perguntado. Sendo assim, a resposta tem que ser amor”.


beijinhos, Ótima sexta pra vocês! :)

TF

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