Time *-----*
Sempre a mesma fresta da janela. Todas as manhãs, quase um ritual.
Mas bem que o dia não precisava amanhecer... Afinal, já amanheceu tantas coisas em mim.
As vezes a gente precisa olhar nos olhos e deixar que esse toque mágico traduza o que o nosso coração quer dizer. Me sinto livre, mais livre que nunca, era isso que eu deveria ter dito, porque esse sentimento não me aprisiona, ele me liberta.
E como uma borboleta na minha janela, ele voa, e veio ao meu encontro.E como a borboleta se trasforma... Do abstrato pro real. Mais real do que eu imaginei.
Como se saísse do casulo e se permitisse por um único instante voar.
Quase um dejavú. Como se nada ali fosse estranho ou novo. E o que tinha exatamente tudo pra se tornar apenas um engano,me fez perceber que é preciso ter fé, e acreditar nas coisas que a gente sente.Isso não é prender-se, isso é acreditar na vida, no destino, em coisas que são impossíveis de tocar, apenas possíveis de se sentir.
E não foi só o coração que quis sair do peito, foi a alma.
20 minutos ou menos, ou mais... O que importa mesmo é a intensidade de cada momento.
Ao contrário da dor que me era previsto, me veio a paz. E me veio a certeza.
Mas hoje de manhã o céu estava nublado. Não foi a fresta que a acordou. Foi a ânsia de levantar.Foi o não dormir.Caí aqui. Ofegante, pálida, pronta.Precisava escrever...
Meia hora olhando a cidade vazia, os pingos que caíam do céu.Não sei quantas horas dormi,mas eu vi o dia nascer.
E por incrível que pareça, incrível mesmo, eis que uma borboleta pousa sobre a minha janela... Dando cor ao meu dia.Um presente dos céus?
Um sinal? Uma visita? Tanto faz, borboletas são sempre borboletas.E por incrível que pareça, incrível mesmo, eis que uma borboleta pousa sobre a minha janela... Dando cor ao meu dia.Um presente dos céus?
Mas bem que o dia não precisava amanhecer... Afinal, já amanheceu tantas coisas em mim.
As vezes a gente precisa olhar nos olhos e deixar que esse toque mágico traduza o que o nosso coração quer dizer. Me sinto livre, mais livre que nunca, era isso que eu deveria ter dito, porque esse sentimento não me aprisiona, ele me liberta.
E como uma borboleta na minha janela, ele voa, e veio ao meu encontro.E como a borboleta se trasforma... Do abstrato pro real. Mais real do que eu imaginei.
Como se saísse do casulo e se permitisse por um único instante voar.
Quase um dejavú. Como se nada ali fosse estranho ou novo. E o que tinha exatamente tudo pra se tornar apenas um engano,me fez perceber que é preciso ter fé, e acreditar nas coisas que a gente sente.Isso não é prender-se, isso é acreditar na vida, no destino, em coisas que são impossíveis de tocar, apenas possíveis de se sentir.
E não foi só o coração que quis sair do peito, foi a alma.
20 minutos ou menos, ou mais... O que importa mesmo é a intensidade de cada momento.
Ao contrário da dor que me era previsto, me veio a paz. E me veio a certeza.
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